Jovem que morreu em rope jump devia estar presa a duas cordas, e não tinha nenhuma, afirma polícia

A investigação sobre a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, revelou que ela deveria estar presa a duas cordas de segurança no momento do salto de rope jump, mas não estava conectada a nenhuma delas. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (15) pela delegada responsável pelo caso.

Segundo a polícia, os três instrutores envolvidos admitiram falhas no procedimento e não souberam explicar quem era o responsável por verificar a fixação dos equipamentos antes do salto. A jovem caiu de uma altura de cerca de 40 metros durante a atividade realizada na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP).

Imagens registradas no local mostram o momento em que Maria Eduarda é lançada da plataforma sem estar conectada aos sistemas de segurança. Após o acidente, os responsáveis pela atividade foram presos e são investigados por suspeita de homicídio.

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