Uma mulher que recentemente chamou atenção em Santa Catarina após se passar por uma criança de 12 anos para tentar ser adotada já tinha histórico de atuação semelhante em Goiás.
De acordo com as investigações, ela também teria usado versões falsas da própria história para sensibilizar pessoas e conseguir doações. Em um dos casos anteriores, chegou a alegar ser uma criança em situação de abuso e chegou a simular ferimentos, incluindo a narrativa de ter objetos como agulhas no corpo, com o objetivo de gerar comoção e obter ajuda financeira.
A repetição do comportamento chamou a atenção das autoridades, que apontam um padrão de golpes baseados na exploração emocional de terceiros. O caso segue sendo investigado para identificar possíveis outras vítimas e apurar a extensão das fraudes.
As autoridades reforçam o alerta para que a população desconfie de pedidos de ajuda com histórias extremamente dramáticas sem confirmação oficial, especialmente quando envolvem doações em dinheiro ou transferências diretas.



