O Governo de Goiás, por meio do Goiás Social, da Agência Goiana de Habitação (Agehab) e da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), publicou uma nova lista composta por 60 candidatas, residentes em 30 cidades goianas, habilitadas junto ao programa Para Ter Onde Morar – Aluguel Social, por meio de edital destinado exclusivamente a mulheres em situação de violência doméstica. A lista de beneficiárias está disponível no site goias.gov.br/agehab e a adesão ao programa deve ser realizada até o dia 16 de março.
De acordo com a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, a ação demonstra a sensibilidade do Governo de Goiás ao facilitar o acesso do benefício a mulheres nestas situações. “Em atenção a essas vulnerabilidades sociais, o governo dispensou essas mulheres da obrigação de estarem domiciliadas no município ou possuírem vínculo com a cidade, conforme regras dos programas habitacionais goianos. A intenção é garantir mobilidade e segurança para que elas possam optar por se distanciar fisicamente de seus agressores”, destaca Gracinha.
O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, lembra que as beneficiárias devem preencher a declaração de aceitação do programa e anexá-la no site ou no aplicativo Aluguel Social. “O modelo da declaração está disponível no site da Agehab e a candidata habilitada tem de realizar o procedimento para garantir o benefício”, explica Baldy. Ele argumenta ainda que, por se tratar de mulheres em situação de violência, a segurança é prioridade. “As beneficiárias recebem um atendimento personalizado e sigiloso”, completa.
Tiular da Seinfra, Adib Elias ressalta que a habitação é um importante instrumento de combate à violência doméstica. “Garantir acesso à moradia é oferecer condições reais para que essas mulheres reconstruam suas vidas com segurança e dignidade. O Aluguel Social é mais uma ação importante do Governo de Goiás que busca ampliar a rede de proteção às vítimas e às suas famílias”, afirma o secretário. O programa oferece um benefício de R$ 350 que pode ser concedido por até 18 meses e pode ser uma saída para a vítima deixar a dependência econômica do agressor.

