Uma mulher foi presa injustamente em Goiânia após ser confundida com a própria irmã gêmea por causa de um erro simples, mas grave: a retirada de uma letra no nome em um mandado de prisão. O equívoco levou as autoridades a cumprirem a ordem contra a pessoa errada.
De acordo com a defesa, a verdadeira condenada responde a um processo antigo e teve a prisão decretada pela Justiça. No entanto, no documento expedido, houve uma alteração no nome — com apenas uma letra diferente — que acabou identificando a irmã gêmea, que nunca teve envolvimento com o caso.
A mulher foi detida e chegou a ficar presa até que o erro fosse percebido. Durante audiência, os advogados apresentaram provas que demonstraram a troca de identidade, destacando que as duas são gêmeas idênticas, o que contribuiu para a confusão.
Após a constatação do engano, a Justiça reconheceu a falha e tomou medidas para corrigir a situação. A defesa classificou o caso como um erro grave, ressaltando os prejuízos causados à mulher, que foi privada da liberdade sem ter qualquer relação com o crime investigado.


