A conta de água ficará 4,8% mais cara em Goiás a partir de abril. O reajuste foi autorizado pela Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR) e valerá para todas as categorias de consumidores: residencial, comercial, industrial e pública.
A medida foi publicada no Diário Oficial na segunda-feira (2) e será aplicada pela Saneago a partir do dia 1º, alcançando os 223 municípios atendidos pela empresa. Em nota, a companhia informou que o reajuste tem como objetivo recompor as perdas inflacionárias registradas no último ano, destacando que a medida é necessária para manter o equilíbrio econômico-financeiro da prestação do serviço.
Conforme decisão do Conselho Regulador da AGR e do Conselho de Gestão e Regulação da Agência de Regulação de Goiânia, as tarifas básicas — cobradas mesmo sem consumo — passam a ser as seguintes: Residencial Social, R$ 8,73; Residencial Normal, R$ 17,46; Comercial I, R$ 17,46; Comercial II, R$ 8,73; Industrial, R$ 17,46; e Pública, R$ 17,46.
A categoria Residencial Social é destinada a famílias de baixa renda com inscrição ativa no CadÚnico, renda familiar de até R$ 105 por pessoa e consumo mensal de até 20 metros cúbicos.
Já as tarifas por consumo variam conforme a faixa utilizada. Para imóveis residenciais, os valores por metro cúbico (m³) — equivalente a mil litros de água — ficam assim: de 1 a 10 m³, R$ 2,73 (social) e R$ 5,77 (residencial); de 11 a 15 m³, R$ 3,07 (social) e R$ 6,51 (residencial); de 16 a 20 m³, R$ 3,52 (social) e R$ 7,45 (residencial). Para consumo entre 21 e 25 m³, a tarifa residencial será de R$ 8,45 por metro cúbico.

