Um homem foi preso na madrugada deste domingo (16) suspeito de matar a tiros um policial militar do Distrito Federal no Lago Corumbá IV, em Santo Antônio do Descoberto, no Entorno do DF. O suspeito foi localizado em Anápolis, após fugir do local do crime.
A vítima foi identificada como o sargento da PMDF Cícero Romério Ribeiro Honório. Segundo as informações iniciais, ele estava no lago quando teria se envolvido em uma discussão com o suspeito. Durante o desentendimento, o policial foi atingido por disparos de arma de fogo.
Familiares chegaram a socorrer o militar e o encaminharam para uma unidade de saúde, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu.
Após o crime, equipes da Polícia Militar de Goiás receberam informações sobre as características do suspeito e do veículo utilizado por ele. As buscas levaram os policiais até o bairro Recanto do Sol, em Anápolis, onde o homem foi localizado e preso.
Durante a abordagem, os policiais apreenderam armas de fogo, munições e o veículo relacionado à ocorrência. O suspeito foi levado para a Central de Flagrantes de Anápolis, onde foram realizados os procedimentos legais.
De acordo com informações divulgadas posteriormente, o homem afirmou que teria tentado intervir em uma discussão envolvendo o policial e a esposa dele. A defesa também sustenta que o suspeito teria agido em legítima defesa e informou que aguardará acesso ao inquérito para apresentar uma manifestação mais detalhada.
O suspeito passou por audiência de custódia neste domingo. A Justiça decidiu manter a prisão de Claudiomar Osternes, que é investigado pela morte do policial.
A Polícia Civil de Goiás ficará responsável pela investigação do homicídio. A apuração deverá esclarecer a dinâmica da discussão, a motivação dos disparos e as circunstâncias que levaram à morte do policial. Até o momento, as autoridades não divulgaram a conclusão sobre a motivação do crime.
A Polícia Militar do Distrito Federal informou que foi comunicada sobre a ocorrência e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de farda da vítima. A corporação também destacou que o crime ocorreu fora de sua área de jurisdição.



