Nos bastidores da política goiana, cresce a avaliação entre parlamentares de que uma eventual composição entre Daniel Vilela e Bruno Peixoto pode ser decisiva para garantir uma vitória ainda no primeiro turno nas eleições estaduais.
A leitura, compartilhada por deputados estaduais da base aliada, é de que Bruno Peixoto reúne hoje um dos perfis políticos mais consolidados do estado, com forte articulação, presença ativa nos municípios e capacidade de diálogo com diferentes setores da sociedade.
À frente da Assembleia Legislativa de Goiás, Peixoto tem se destacado por uma gestão considerada moderna e eficiente, marcada pela economia de recursos, ampliação da estrutura do Legislativo sem aumento de despesas e fortalecimento de programas sociais e institucionais. Deputados também ressaltam o volume de ações e projetos apoiados pelo parlamentar, além da proximidade com prefeitos e lideranças regionais.
“Bruno conhece Goiás como poucos. É municipalista, tem serviço prestado e diálogo aberto. Em uma chapa com Daniel, agrega muito e fortalece em todas as regiões”, avaliou um deputado da base, sob reserva.
Nos corredores da Alego, a percepção é de que a eventual indicação de Peixoto como vice não apenas consolidaria alianças políticas, como também ampliaria a capilaridade eleitoral da chapa. O nome do presidente da Casa é visto como estratégico para atrair apoio de lideranças locais e garantir competitividade já no primeiro turno.
Daniel Vilela, que desponta como um dos principais nomes para a disputa ao governo, tem intensificado articulações políticas e mantido diálogo com diferentes grupos. A escolha do vice, no entanto, deve ocorrer mais próximo das convenções partidárias, seguindo a lógica de construção de alianças.
Enquanto isso, o nome de Bruno Peixoto ganha força como peça-chave nesse cenário, sendo apontado por deputados como um diferencial capaz de impulsionar a chapa e antecipar o desfecho da eleição.
Caso a composição se confirme, a expectativa entre aliados é de uma campanha robusta, com forte presença política no interior e alinhamento institucional, fatores que, na avaliação de parlamentares, podem levar a uma vitória ainda no primeiro turno em Goiás.


