Após a conquista do título goiano, o presidente do Conselho Deliberativo do Goiás, Paulo Rogério Pinheiro, declarou em entrevista à Rádio Bandeirantes Goiânia detalhes de um plano para a expansão do Estádio Hailé Pinheiro, a Serrinha.
Segundo o dirigente, o clube mantém uma parceria com o BTG Pactual, em um projeto que pode movimentar cerca de R$ 1,5 bilhão e prevê obras com duração entre dois anos e meio e três anos.
“Eu tô tentando com o BTG fazer algo diferente, que vai nos dar aí de um bi e meio, mais ou menos, a dois, de dinheiro pro clube. Eu consigo construir a Serrinha, a arena, e consigo fazer futebol com esse dinheiro. Então tá bem adiantado, mas é demorado, é muito complexo, envolve investidores. A gente vai com muita calma e tem um baita parceiro, que é o BTG nacional, junto com o escritório de Goiânia, que tá nos dando várias ideias.
Nós contratamos eles, e eles só recebem sob demanda. Então a gente tá bem tranquilo com isso. É uma empresa muito grande e séria com a gente, envolve subsídio tributário, econômico, jurídico, essas coisas todas que fazem parte de uma operação desse tamanho. São mais de três anos de obra, né, dois anos e meio.”
Atualmente, o Estádio Hailé Pinheiro tem capacidade para 14.535 lugares. Na final do último domingo (15), no empate em 0 a 0 contra o Atlético-GO, que garantiu o 29º título goiano do Goiás, de forma invicta, o clube também registrou o recorde de público da Serrinha: 14.132 torcedores.
A procura por ingressos para a decisão foi extremamente alta. Os bilhetes destinados ao público geral se esgotaram em menos de uma hora.


