Ex-goleiro do Vila Nova entra na Justiça contra o clube e pede mais de R$ 1,5 milhão

O goleiro Maurício Kozlinski acionou o Vila Nova na Justiça do Trabalho. O valor inicial solicitado pelo atleta na ação é de R$ 1.574.657,60. O processo trata de uma ação trabalhista e reúne diversos pontos relacionados ao contrato do jogador com o clube.

Entre os temas citados na ação estão: multa dos artigos 477 e 467 da CLT, salário vencido ou retido, décimo terceiro salário proporcional, férias proporcionais, saldo de salário, FGTS, acidente de trabalho, estabilidade acidentária, gratificação de férias, auxílio-moradia e honorários na Justiça do Trabalho, além de outras responsabilidades contratuais.

Aos 34 anos, Kozlinski acumula passagens por clubes como Avaí, Atlético-GO, Guarani e Fortaleza. O goleiro atuou pelo Vila Nova na temporada de 2025 e fez parte do elenco que conquistou o título do Campeonato Goiano. No entanto, disputou apenas 11 partidas ao longo do ano. Durante a temporada, sofreu com lesões e viu o goleiro Halls assumir a titularidade em grande parte das competições.

Atualmente, Kozlinski defende o Londrina. Em 2026, o time paranaense vai disputar a Série B do Campeonato Brasileiro após terminar como vice-campeão do Campeonato Paranaense.

Posicionamento do Vila Nova

Por meio do advogado Paulo Henrique Pinheiro, o Vila Nova informou que já apresentou sua defesa no processo e afirmou que recebeu a ação com tranquilidade.

“O Vila Nova informa que recebeu com tranquilidade essa ação trabalhista juizada pelo ex-atleta Maurício Kozlinski, que pede um valor próximo a R$ 1,6 milhão, e informa que já apresentou sua defesa no processo, rechaçando de forma técnica e fundamentada as alegações que foram formuladas. O clube também esclarece que sempre agiu com responsabilidade e boa-fé durante toda a relação contratual, inclusive no período em que o atleta esteve em tratamento, prestando a assistência necessária e adotando as providências compatíveis com suas obrigações legais e contratuais. A defesa apresentada pelo Vila demonstra, inclusive, que não procede essa tentativa de construir uma narrativa de abandono, omissão ou descumprimento generalizado por parte da instituição.”

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